20 October 2017

Azul e Branco


Como sabem, faz uma semana desde que eu e a Mariana Galhardas fomos passar uma tarde pela Ericeira. Provámos as famosas Nalu Bowls e, depois, deixam-nos perder pela parte histórica da vila.

O mais belo que Portugal tem é realmente a arquitectura e as cores. Por vezes, uma casa simples tem as cores mais berrantes, por outras, umas casa mais estrondosa fica-se por cores pastéis. É assim que o nosso país se embeleza de uma ponta a outra.

Aqui, na Ericeira, ficámos deliciadas com os tons das fachadas das casinhas típicas — azul e branco. Cores que dão vida a ruas de calçada escura e que conjugam com a boa vibe desta cidade do surf. 

O azul do mar agitado e o branco das pranchas de surf. Para muitos, a equação da verdadeira felicidade. Para mim, a verdadeira serenidade. O que significa para ti Ericeira?

18 October 2017

NALU BOWLS ERICEIRA


Para quem subscreveu ao meu canal de Youtube, sabe que, na semana passada, eu e a Mariana Galhardas aventuramo-nos à estrada e fomos dar à Ericeira, numa tarde de sexta-feira nublada.
Esta nossa aventura teve um objectivo principal de grande carácter: provar as melhores bowls de açaí desta vila perto do mar. Sim, viajámos 100kms (ida e volta) só para este propósito.

Não só saberíamos que iria ser bom conteúdo para vlogs e redes sociais, como seria uma oportunidade de fugir um bocadinho da rotina citadina.


Chama-se Nalu Bowls, o bar de smoothies e taças saudáveis na Ericeira. Fica bem perto da Praia do Sul e pretende ser um sítio para relaxar e ganhar energias e boas vibes.

Foi na Indonésia que surgiu este conceito. Uma fusão entre o açaí brasileiro, a boa onda havaiana e os frutos tropicais indonésios. É desse lado do mundo que se encontram as Nalu Bowls originais.

Mas como o vento tudo leva, estas bowls vieram a dançar para o nosso lado da costa do Atlântico.

É neste cantinho, decorado em linhas simples, cores claras e com materiais naturais, que, antes ou depois do surf, se pode (re)carregar energias com taças cheias de fruta fresca e granola caseira.


Das seis taças maravilhosas que englobam o menu da Nalu, pedimos duas. A clássica taça de açaí, com banana, morangos, raspas de côco e granola caseira, e uma mais fresca de manga, morangos e granola.

Foi um momento muito relaxante entre conversas, fotografias e vídeos, e provas deste prato tão refrescante. A vista para a praia estava obstruída pelo nevoeiro denso, mas o ambiente e música boa compensou esse factor.


Cada bowl custou à volta dos 7€, um preço justo sendo que se está a deliciar com uma taça com produtos frescos e exóticos, e alguns importados, e num sítio privilegiado em Portugal.


Rua Manuel Ortigão Burnay, 2, Ericeira

Vê aqui o vlog da nossa aventura.

12 October 2017

Boutique Hotel


Olá a todos! Bem-vindos a mais um post no meu blog. Hoje vamos falar sobre uma sessão que fiz com a minha amiga brasileira Thamires Ferreira – que encontrei no Instagram – numa localização maravilhosa: o Hotel Boutique Duque de Loulé bem perto do Marquês. Se gostarem deste tipo de posts, não se esqueçam de dar um like, partilhar o post e subscrever ao canal. Quer dizer... ao blog.


Houve uma altura, há uns dois anos vá, em que eu e uma amiga andávamos por Lisboa a experimentar todos os terraços de hotéis. Adorávamos, a seguir a um dia cheio de aulas, relaxar num sítio chique, beber os nossos copos de vinho rosé bem geladinhos e deliciar-nos com as vistas da nossa cidade maravilhosa. Subimos ao bar do Memmo Alfama, ao SkyBar do Tivoli e ao TOPO no Martim Moniz. Mais tarde, deixámo-nos disso e eu passei a frequentar sítios num andar junto ao chão que serviam bebidas cafeinadas.

No entanto, quando vi vários fotografias no insta deste Hotel Duque de Loulé não resisti em visitá-lo e fotografá-lo. 

Não é difícil sentir-se especial neste hotel boutique. Em que parte nos leva numa viagem de barco fluvial a vapor para alto do rio Tejo e outra parte nos deixa a flutuar entre sofás confortáveis azul navy e chãos de mosaicos lineares.


Nessa tarde, a Thamires fez um pequeno ensaio de fotografia comigo e com a Catarina. É sempre agradável juntar o trabalho com amizades. As coisas saem mais fluídas e divertidas. 

09 October 2017

Ela Canela


Pelas minhas contas, este é o 10º novo café que eu falo aqui no MOI este ano.

Sabem que eu gosto sempre de partilhar sítios novos e giros que abrem em Lisboa. Mas sou muito picuinhas em relação a estas coisas, e gosto de escolher só o melhor para vocês.

Felizmente, estes novos cafés que têm aparecido na capital de Portugal, têm sempre passado no meu teste.

São localizados em sítios acessíveis e com uma redondeza apelativa. Têm todo um conceito pensado para o design do espaço – incluindo janelas grandes que deixam entrar muita luz. Têm por base um menu com opções saudáveis e frescas. E domina a simpatia no serviço. Confiremos na lista.


O Ela Canela, em Campo de Ourique, tem tudo para se vingar nesta minha lista e, daí, merecer pavonear-se no MOI com todo o orgulho.


Confesso-vos que já tinha vindo a este espaço, mas quando ainda era o Wasabi. Um sítio japonês com sushi e ramen noodles a preço exagerados. Na altura, não achei nada de especial a comida, mas vi um grande potencial na propriedade.

E, felizmente, a Joana e o seu sócio viram o mesmo. Os nativos do Porto decidiram abrir, em pleno bairro residencial de Campo de Ourique, um café com um design e um menu super clean.

O conceito gira em torna da confecção de pratos saudáveis (e não necessariamente vegetarianos) com ingredientes biológicos e locais. E, na sua maioria, com um toque de canela, claro.


A história que a Joana nos contou foi que desde miúda que gostava de pôr muita canela em tudo o que era comestível. E a sua avó dizia sempre, estupefacta, "ai lá esta ela e a canela".

Não só achei um amor o pequeno conto, como me identifiquei logo. Eu sou daquelas pessoas que despejam quase metade do frasco de canela em panquecas, café e batidos. Além da canela ser um ingrediente termogénico (ou seja, queima mais calorias do que as ingerimos), tem um sabor incrível. Por isso, quando descobri um sítio que tem como ingrediente base esta especiaria, não o tardei em visitar.

 

O Ela Canela serve refeições das 11 às 8 da noite, por isso, como podem imaginar, tanto se pode ir de manhã provar as panquecas de banana, quinoa e manteiga de avelã (ou umas ban' quecas) como pequeno-almoço, ou pelo meio-dia deliciar-se com uma tosta de abacate e ovo escalfado (ou um abancantandopara brunch, como se pode escolher de três pratos semanais para almoço (um de carne, outro de peixe e, ainda, um vegetariano) e de acordo com a estação, ou, ainda, provar uma taça de puré de maçã e gengibre com iogurte e granola caseira (ou uma amaçãda) para o lanchinho da tarde.

Aqui, não há falta de escolhas!


Além destas maravilhas que tomámos como lanche, bebemos ainda um sumo do dia de laranja, cenoura, maçã e curcuma – estava super fresco, doce ao natural e com um aroma ligeiro a curcuma – e um chá do dia com limão. 

Para sobremesa, a Joana deu-nos a provar uma bomba: a pérola negra. Um bolo feito com cacau cru e café e decorado com pistácios e pimenta rosa. Uma explosão de sabores em cada garfada e sem arrependimento.


Quando visitarem o espaço, não se esqueçam de reparar nos pormenores, como nas taças únicas onde serão servidos, no chão em madeira que faz de sombra do bar, no antigo candeeiro sueco de rua bem restaurado acima da mesa de grupo e nos livros diversos espalhados pelo café que enriquecem culturalmente a visita de qualquer um.


Rua Azedo Gneco, 74B, Campo de Ourique, Lisboa