23 April 2017

The Good & The Bad: 10 coffee shops in CPH


Quem me conhece, sabe que os cafés de conceito são o meu lugar feliz. Este amor e apreciação pela qualidade do café combinada com a decoração e design pensados do sítio teve início em Paris – também, o que é que não começa lá?

Foi na Cidade da Luz que eu me consciencializei que estes pequenos sítios onde as pessoas se encontravam e falavam sobre uma caneca de cappuccino quente, sentadas em cadeiras de segunda-mão restauradas e a olhar para a rua movimentada por grandes janelas de vidro, eram os lugares para se estar.

Porque não é só o latte de leite de soja que bebes ou o bolo de cenoura sem glúten que comes. É o ambiente e as pessoas com que estás que fazem estes momentos especiais. São os quadros pendurados nas paredes com frases inspiracionais ou as revistas de design à disposição para se folhear. É o barista concentrado em preparar o café de filtro e o fotógrafo artístico a editar as fotografias no seu Mac.

Em Copenhaga, eu fiz uma lista gigante de cafés que queria experimentar. Mas, por viver longe da cidade (10 minutos de comboio), ir ao centro não era sempre a prioridade ao final de um dia de trabalho. De qualquer maneira, em três meses fui a 10 cafés diferentes e são esses que interessam – pelo menos agora para este post.

E aqui estão eles, com as minhas opiniões pessoais nos menus e nos ambientes.

[EN]: The ones who know me, know that coffee shops are my happy place. This love and appreciation for good quality coffee combined with a thoughtful space design and decor started in Paris – doesn't everything start there, tho?

It was in the City of Light that I became aware that these small places where people met and chatted over a hot cup of ccino sitting on second-hand restored chairs and looking over hustling streets thru big glass windows, were the places to be in. 

It's not only the latte with soy milk you drink or the gluten-free carrot cake you eat. It's the environment and the people you're with that make these moments special. It's the little boards hanging with inspirational quotes or the design magazines available to look at. It's the concentrated barista preparing a filter coffee and the artsy photographer editing pictures on his Mac.

In Copenhagen, I had a huge list of coffee shops I wanted to experience. Though living far away from the center (10 minutes by train), it wasn't always my priority to go there after work. Nevertheless, in three months I went to 10 different coffee shops and those are the ones who matter – at least for the sake of this post.

So here they are, with my personal review on their menu and ambiance.


O bom: Excelente seleção de bebida cafeinadas. O caracol de canela sueco é delicioso. Hygge em todo o lado aqui com sofás grandes de pele muito confortáveis e luz fraca. Mesmo no centro da cidade.

O mau: A wifi nem sempre funciona. Os caracóis de canela suecos nem sempre estão disponíveis. 9€ por um cappuccino de amêndoa e uma fatia de bolo – caro!

The good: Great selection of coffee drinks. The Swedish cinnamon roll is amazing. Hygge all around with big comfy leather sofas and dimmed lighting. Right in the city center.

The bad: Wifi not always great. Swedish cinnamon rolls not always available. 9€ for an almond cappuccino and a piece of cake – expensive!


O bom: Café, sumos de vegetais e shots de gengibre ótimos. Baristas giros. Ambiente jovem e música do momento.

O mau: A música pode ser demasiado alto para estudar.

The good: Great coffee, veggie juices and ginger shots. Good-looking baristas. Cool environment and hip music.

The bad: Music can be too loud to study.


O bom: Grød tem uma seleção incrível de papas de aveia. Os toppings são orgânicos e há vários diferentes – desde fruta fresca a seca, a molhos de frutos secos a de doces. A mistura do Resso é suave – o que eu gosto.

O mau: Grød – grandes taças e daí demasiada comida. As papas de aveia são secas, em vez de cremosas como eu gosto. Resso – não tinham latte art (apesar de ter pedido leite de aveia que não tem uma consistência mais grossa para fazer esse efeito).

The good: Grød has an amazing selection of porridge. The toppings are organic and there are a big selection – from fresh to dried fruit, to nuts to sweet sauces.
Resso's blend is mild – which I like.

The bad: Grød – Big bowls, too much to eat. Porridge too dry and not creamy as like better.
Resso – not latte art (tho I know I ordered with oat milk and it doesn't have a thick consistency to do so).


O bom: Grande seleção de opções de brunch. Escolhas saudáveis. Preço ótimo (por 13€ pode-se escolher 7 pratos – e dá perfeitamente para partilhar).

O mau: Muita gente aos domingos de manhã.

The good: Great selection of brunch options. Healthy choices. Great price (€13 for 7 pieces – ideal to share).

The bad: Very crowded on Sunday mornings.


O bom: A melhor mistura na cidade – grãos da Colômbia. Espressos amargos, ótimos para começar o dia com energia. Muitos baristas por isso pouco tempo à espera.

O mau: Nada a apontar.

The good: The best blend in town. Bitter espressos, great to get the morning started. A lot of baristas, so not too long waiting for your order.

The bad: Nothing. 


O bom: A melhor tosta de abacate da cidade. Janelas grandes que deixa a luz natural entrar. Espaço grande decorados com tons claros.

O mau: Não há wifi. Não há leite vegetal.

The good: The best avocado toast in town. Great big windows with natural lighting coming thru. Big space decorated with light colors.

The bad: No wifi. No vegan milk. 


O bom: Tostas de abacate com ovo divinais. Tem wifi e tomadas de electricidade – para uma pausa para as redes sociais.

O mau: O matcha latte é péssimo – sabia demasiado ao leite de amêndoa e nada à matcha que paguei.

The good: Great avocado and egg toast. It has wifi and power outlets – for a social media break.

The bad: Terrible matcha latte – tasted too of the almond milk, and none of the matcha I paid for.


O bom: OS MELHORES caracóis de canela da cidade.

O mau: O espaço não tem muita graça, parece mais um sítio de restauração generalizado. O leite de soja não tem sabor. 

The good: THE BEST cinnamon swirl in town.

The bad: The space is no big deal, looks like a food court. Soy milk has no flavour at all.


O bom: Matcha orgânica com sabor suave. Porções generosas. Diferentes opções de leite vegetal – de soja, amêndoa, caju,... Incrível ambiente escandinavo – com cores clara e um espírito zen. Tem wifi.

O mau: Um pouco caro para matcha com leite (7€).

The good: Organic matcha with a mild taste. Nice big servings. Quite a lot of options for vegan milk – soy, almond, cashew,... Amazing Scandi environment – light colors and zen mood. Wifi.

The bad: Quite expensive for matcha and milk (€7).

02 April 2017

How to be a professional amateur vlogger & blogger



Em dois anos muita coisa mudou – sim, em Março o MOI fez dois anos, YAY!

Quando o meu professor de publicidade sugeriu-nos que arranjássemos um portfolio onde expuséssemos o nosso trabalho criativo para os futuros empregadores poderem analisar, eu decidi criar um blog. Comecei por exportar todas as minhas opiniões do Zomato para essa plataforma e apenas publicar uma fotografia simbólica com um link para a review na aplicação – vê o que quero dizer aqui.

Desde esse momento que as fotografias têm tomado uma maior parte no blog (sem nunca comprometer a parte escrita).

É por isso que, depois de três meses a "bloggar" e a usar o meu telefone como câmara principal do blog, resolvi fazer um update e comprar a minha primeira câmara DSLR. Senti que elevei o jogo do meu blog. Agora tinha mais visualizações, mais respostas positivas e sentia-me mais desafiada para tirar sempre melhores e melhores fotografias – quer de sítios a que ia, de comida que comia ou de outfits que vestia.

Dois anos depois e o meu equipamento tem indo, definitivamente, a completar-se. Especialmente agora que me juntei ao YouTube e isso requer outro tipo de materiais – vê aqui o meu canal.

Agora que já viste os meus vlogs e leste os posts no blog, poderás perguntar "mas como consegues fazer tudo ao mesmo tempo?". Com um casaco com bolsos grandes, uma mala onde cabe a câmara perfeitamente e boa disposição.

Além disso, também tenho uma lista em baixo de todo o equipamento que uso para "bloggar" e "vloggar" ao mesmo tempo.

[EN]: In two years a lot has changed – yup, March was MOI blog's second birthday, YAY!


When my advertising professor advised us to get a portfolio to present our creative work to future employers, I decided to start a blog. I focused on exporting all of my Zomato reviews onto this platform. The post would get one iPhone 5 quality photo, a text and a link to the actual review with more photos – s
ee what I mean, here.

Since then photos have been taking a bigger part on my blog (without ever compromising the written part).


That's why, after 3 months of blogging and using my phone as a main blogging camera – though there's nothing wrong with it when you're starting a blog – I bought my first ever DSLR camera. I felt like it upped so much the game. I got more views, more positive feedback and I felt more challenged to take amazing pictures – either of places, food or of myself.


Two years later and my gear has definitely gotten more complete. Especially now that I've joined YouTube, which requires different gear – check my channel here.


Now that you've watched my vlogs and you've read my blog posts, you might ask "but, how do you do it all at the same time?". With a coat with big pockets, a bag where my camera fits perfectly and a good mood!


Besides, there's a whole list of gear that I use to blog and vlog at the same time.




Para filmar, tenho usado o meu iPhone 6S que tem uma ótima qualidade para o fazer (pode ir até 4K, apesar de depois demorar muito tempo para exportar) e uso também uma lente de grande angular da marca Moment que apanha mais da paisagem sem distorcer a imagem.

Nunca podes esquecer uma powerbank. Esta baratuxa que comprei numa loja de souvenirs em Londres deu para o telefone não morrer no momento e acabar esse vlog, mas quero arranjar uma melhor que dê para carregar várias vezes ao dia – alguma sugestão?

Recentemente, comprei um leitor de cartões de memória para quando tirar uma fotografia com a câmara (que é normalmente melhor do que as que tiro com o telefone), poder exportá-la logo para o telefone e publicá-la no Instagram – sinceramente, uma das minhas melhores compras para este tipo de coisas.

To film, I've been using my iPhone 6S which has a great quality to do it (it goes up till 4K, though that takes days to export) and I use a wide lens from Moment to fit the most in one shot without distorting the image.

You can never forget a powerbank, this crappy one I bought in a souvenir shop in London so my phone wouldn't die in between filming is okay, but I should definitely get a better one – one that can charge multiple times a day. Any suggestions?


Recently, I also bought a memory card reader, so whenever I take a photo with my camera (which is usually better than my phone's), I can export it immediately to my phone and post it on Instagram – honestly, one of the best things I could spend money on.


Eu não trago necessariamente duas lentes comigo em cada viagem que faço, porque prefiro viajar só com o essencial. Depende se fizer uma viagem para uma cidade mais pequena – como Amesterdão, onde levei a de 35mm para tirar fotografias aos detalhes – ou uma cidade grande – como Londres, onde levei a lente de zoom para apanhar os edifícios ao longe quando estava em terraços. Cada equipamento adapta-se a cada viagem.

I don't necessarily bring two lenses with me when I travel, because I try to travel light. It depends if I'm seeing a small city – like Amsterdam, where I took the 35mm lens to shoot details – or a big city – like London, where I brought my zoom lens to shoot far away buildings from terraces. Every equipment adapts to each trip.



É difícil? Para mim não, porque adoro tirar fotografias e tenho gostado imenso de documentar as minhas viagens – estes vlogs são as melhores memórias que posso guardar e partilhar. Mas para as pessoas que estão comigo é que deve ser chato. Agora têm de esperar o dobro do tempo para comerem, porque além de tirar fotografias do prato e do espaço e pedir para tirar uma de mim com a comida no espaço, também têm de esperar que filme cada prato. Por isso sim, ficam em risco da comida arrefecer.

O que vale é que até sou sortuda com estas minhas pessoas, porque percebem a razão pela qual faço tudo isto. Elas não se importam de esperar um pouco até eu conseguir tirar a fotografia perfeita e até me ajudam a tirar coisas desinterssantes da mesa. Por isso, obrigada a todos os que aturaram as minhas mesquinhices nestes vlogs e que me ajudaram a tirar fotos perfeitas para as minhas redes sociais e blog – vocês sabem quem são.

Is it hard? Not for me, because I love taking photos and documenting my trips – which have been my best memories I get to keep and share. But the people I'm with must be  somewhat annoyed. Now they have to wait twice as long to eat, because not only I take pictures of the food and the space and of me with the food in the space, I also film the details of every plate. So yeah, the food tends to get cold.

Though I'm lucky because all of my friends understand the reason why I'm doing it and that I really need that perfect shot, so they're willing to wait a few minutes so I get everything done – and that I'm happy with the result. Thank you (you know who you are) for patiently waiting and helping me getting everything Insta perfect.

26 March 2017

Your alternative guide to Amsterdam



Ah, Amesterdão! Como eu desejava ver-te, conhecer-te e sentir-te. Há pelo menos três anos que já te "perseguia" pelas menções que te faziam no Instagram. Sabia que tinhas o teu lado louco e extrovertido, mas não era essa a parte que eu queria ver de ti. Pois essa é a que tu mostras a toda a gente. O que queria, na realidade, era conhecer os teus segredos, os teus pontos fracos, os teus talentos ocultos.

Anne Frank's House, Van Gogh Museum e Rijksmuseum? Pois, não me parece. Dam Square, meu deus, tirem-me daqui!

Eu queria passear pelos teus canais, descobrir a casa mais estreita com as janelas mais tortas e tomar uma Heineken com cubos de queijo contigo, nos teus cafés parisienses.

Eu queria aquele Amesterdão romântico que tu sabes tanto ser. E, oh, como te abriste a mim!

[EN]: Ah, Amsterdam! How I've longed to see you, to meet you and to feel you. For at least three years I've been staking you on your Instagram mentions. I knew you had your wild and outgoing side, but that wasn't the part I wanted to see of you. For that is what you show to everybody. What I wanted, in truthfulness, was to know your secrets, your sweet spots, your hidden talents.

Anne Frank's House, Van Gogh Museum and Rijksmuseum? Yeah, I don't think so. Dam Square? Jeez, get me out of here!

I wanted to stroll through your canals, discover the skinniest little crooked house and have a beer with your aged cheese cubes by your side in your Parisian cafés.

I wanted the romantic feel of you, Amsterdam. And oh, how you've opened up to me!


Três dias de chuva torrencial e ventos fortes não nos impediram de ver a tua verdadeira personalidade. Mostraste-nos o teu lado fofo – com os vários cafezinhos em cada esquina – mas também o teu lado hardcore – Red Light District... tão deprimente e arrepiante ao ver as mulheres quase nuas e enjauladas a serem tratadas como animais de circo.

Three days of pouring rain and blowing wind didn't keep us from getting a true glimpse of your personality. You showed us your soft side – with the cute coffee houses in every corner – as well as your hardcore one – Red Light District... so depressing and gruesome seeing all those half-naked girls caged and being treated like a circus animal. 


Levaste-nos a sítios para tomar brunch deliciosos: o recém aberto, The Avocado Show, onde cada prato e bebida tinha abacate (ok, menos o café). A minha perseguição no Instagram deste lugar fez-me logo pedir o super instagrammable poke bowl de abacate com caviar, salada de algas, sashimi de salmão e arroz sticky (aquele do sushi) e um hambúrguer de abacate com tártaro de carne (sem pão). Para beber, pedi um smoothie de abacate com manga – que, por acaso, ficaria tão mais saboroso com gengibre e chilli fresco e umas pedras de gelo.

You led us to delicious brunch places: the newly opened one, The Avocado Show, where every dish and drink had avocado in it (ok, except for the coffee). My Instagram stalking got me to order a delicious avocado poke bowl with caviar, seaweed salad, salmon sashimi and sticky rice all tucked in together by a perfectly sliced avocado; and a beef tartare avocado burger (no buns). To drink, I ordered an avocado and mango smoothie – which, btw, I think it would taste so much better with fresh ginger and chilli and some ice cubes to give a little up to the thick drink.



 

Um outro café que estava na minha lista era o PLUK. Fica em 9 streets – o Le Marais lá do sítio. Um bairro alternativo e contemporâneo onde as lojas de roupa têm uma decoração fora do comum (por exemplo, a Scotch & Soda tinha aproveitado os canos para decorar e toda a vibe da loja era muito urbana) e com uma cafezada à balda – isto para não me repetir, mas ok vou repetir-me, tinha um café conceito em cada esquina, um sonho para mim!

O PLUK tem dois andares e a facha da entrada é corrida, do chão ao tecto, por janelas, ou seja, a luz que entra no café é perfeita para tirar fotos! Pedimos a nossa querida tosta de abacate com um ovo escalfado – sinceramente, esta viagem foi só comer abacates! – com um chá de menta fresca, um cappuccino e, para mim, um matcha latte de amêndoa. Os bolos tinham um aspecto tão delicioso que não comi nenhum, em vez, tirei fotografias a todos para vocês se babarem enquanto fazem scroll para baixo.

One other coffee house that was on my list was PLUK. You can find it on 9 streets – the Le Marais of Amsterdam. An alternative and contemporary neighborhood
 where clothing shops have an extraordinary decor (for example, Scotch & Soda has its pipes all over and the shop had a very urban feel to it) and loads of coffee houses – a dream for me!

PLUK has two floors and its entrance wall was all windows, from floor to ceiling, meaning the light coming inside the coffee shop was amazing to take pictures! We ordered our dear avocado and poached egg toast – honestly, I feel like this trip was only about avocados! – with a fresh mint tea, a cappuccino and, for me, an almond matcha latte. The cakes looked so delicious so I didn't eat any, instead took some pictures of them so you could drool while you scroll down. 


Amesterdão nunca me deixou entrar nos seus grandes museus. Cada vez que me ia meter em fila, ele punha mil pessoas à minha frente. E, com o seu vento, guiava-me até museus mais pequenos e alternativos, como o MOCO Museum com arte urbana do Banksy ou peças loucas do Dalí

O Museu do Queijo, onde enchi-me com todo o tipo de amostras de queijo – gouda, parmesão, cheddar de pesto, queijo envelhecido, queijo novo, queijo de marijuana – e jurei nunca mais comer queijo (isto é, até voltar a Copenhaga e comer um pedaço do que tínhamos trazido para casa), foi muito divertido, e o Museu das Tulipas – que foi tão mais giro do que o mercado das flores. Aqui, ao menos, vimos flores a sério e não bulbos...

Amsterdam never let me enter his big known museums. Every time I tried to get in line, he would put a thousand people in front of me. So, with his wind, he guided me to alternative and smaller museums, like the MOCO Museum with Banksy street art and Dalí's crazy pieces. 

The Cheese Museum, where I stuffed myself with all kinds of cheese – gouda, parmesan, pesto cheddar, aged cheese, young cheese, hemp cheese – and swore I'd never had it again (until I came back to Copenhagen and had a piece of the slice we brought home), was also quite entertaining, and the Tulip Museum – which was so much better than the disappointing Flower Market. At least in this museum I could see real flowers, and not only bulbs...


Amesterdão, obrigada por teres sido tão agradável comigo. Será que mereço um beijo de despedida?

Amsterdam, thank you for being so lovely to me. Do I get a goodnight kiss?



Vê o vlog aqui.

Check the vlog here.

17 March 2017

Lately on the gram


Este fim-de-semana foi muito especial: adicionado ao facto de ter estado um sol radiante a brilhar na capital dinamarquesa, o Diogo veio visitar-me! Foram três dias em que consegui mostrar-lhe a cidade de uma ponta à outra. 

Começamos por Nyhavn – o porto com as casinhas coloridas – cheio de pessoas a fazer fotossíntese, comemos uma waffle num pauzinho mergulhada em chocolate negro, fomos tomar pequeno-almoço em cafés conceito – Atelier Septembre e The Coffee Collective –, almoçámos pratos típicos em mercados de comida – no Papirøen, um mercardo alternativo com todo o tipo de comida (desde sushi, a churrascada brasileira e até comida vegana) e no Torvehallerne, um mercado mais chique com comida gourmet e um mercado de flores. Foi no primeiro em que provámos a tradicional sandes de porco desfeito com molho barbacue e pickles e, no segundo, provámos as tradicionais tostas de pão preto, ou smørrebrødcom mini camarões ou salmão fumado – uma iguaria.

Os cappuccinos acompanhados pelo tradicional caracol de canela dinamarquês (ao invés da versão sueca – um bolinho alto e fofo com canela – este é mais crocante e achatado) não faltaram. Este lanche foi tomado na pastelaria Lagkagehuset – encontra-se uma em cada esquina, por aqui.

De seguida, não podia de deixar de mostrar o lindíssimo Jardim Botânico e a estufa quente – o meu cabelo ficou todo encaracolado e as lentes embaciadas, um moment não-blogger. Passeámos ainda pelo bairro multiétnico de Nørrebro onde vimos o parque com linhas desenhadas no chão super instagrammable – e onde, pelos vistos, uma campanha de um carro foi gravada, não me perguntem a marca que não fiz questão em decorar.

O fim-de-semana de grande passeata (10 quilómetros por dia, para ser exacta) terminou com a visita à icónica estátua da Pequena Sereia. Esta é baseada no conto do autor dinamarquês Hans Christian Anderson e é definitivamente um must.

Em baixo, podem ver o vlog fim-de-semana! Não se esqueçam de dar o vosso like, subscrever e comentarem! Estou à procura de críticas construtivas, sei que ainda tenho muito a melhorar – nem sempre apetece falar para a câmara –, mas quero continuar a filmar e editar este tipo de vídeos, porque, na verdade, são muito divertidos de os fazer!


[EN]: This weekend was definitely really special: added to the fact that it shined gloriously in the Danish capital, Diogo came to visit! It was three days where I got to show him the whole city.

We started in Nyhavn – the harbour with the coloured houses – filled with people doing photosynthesis, we ate a waffle on a stick dipped in dark chocolate, had coffee at concept coffee houses – Atelier Septembre and The Coffee Collective –, had lunch at amazing food markets – at Papirøen, an alternative food market with all kinds of food (there you can find sushi, Brasilian barbecue and even vegan plates) and at Torvehallerne, a fancy market with gourmet food and a flower market.
It was at the first one where we tried the typical pulled pork sandwich with barbeque sauce and pickles and, at the second one, we had the traditional smørrebrød or dark bread sandwich topped with mini shrimps and smoked salmon – a delicacy.

We couldn't miss the perfect combo: cappuccinos and the typical danish cinnamon swirl (which is crisp and flat, unlike the Swedish version which is more like a cinnamon soft cake). We had this at Lagkagehuset, a bakery that one can find on every corner here.

Next, I could not show him the beautiful Botanical Garden and its greenhouse – where my hair got all curled up and the lenses got foggy, a non-blogger moment, I'll tell ya! We strolled through Nørrebro, a multiethnic neighbourhood, to find this super Instagrammable park with lines all drawn on the floor (and, apparently, where they shot a campaign for some car).

The long weekend (we walked 10k per day, to be exact) ended at the Little Mermaid Statue. This is based on the novel of the Danish writer Hans Christian Andersen and a must!

Below, you can find the vlog from this weekend! Don't forget to like, subscribe and comment! I'm really looking forward to hearing some constructive criticism so I can improve these videos that I love so much to film and edit. 


10 March 2017

BOB & BOXY


Ok, hoje é o dia em que explico o que é que estou a fazer aqui em Copenhaga.

Chama-se BOB & BOXY e é um serviço de subscrição de produtos orgânicos.

É este universo puro e orgânico com o toque do estilo de vida minimalista Escandinavo. É a alternativa natural e chique às substâncias tóxicas que se podem encontrar nos produtos que são promovidos em campanhas de milhares de dólares. Sim, estou a falar de produtos de luxo de beleza que contêm químicos e fragrâncias artificiais que cheiram bem e duram muito na pele, mas que têm um efeito a longo prazo negativo na pele e, consequentemente, na saúde.

Aliás, o conceito do BOB & BOXY surgiu quando a mãe da fundadora, não-fumadora e saudável, teve cancro de pele (e, felizmente, recuperou totalmente).

[EN]: Ok, today is the day I take the afternoon to explain you all what I'm working on here in Copenhagen.

It's called BOB & BOXY and it's a subscription service for organic products.


It's this clean, organic universe with the touch of the minimalist Scandinavian lifestyle. It's the stylish and natural alternative to the nastiness we are offered via million-dollar advertisements. Yes, I'm talking about those luxury beauty products that contain chemicals and artificial fragrances that might smell good and last longer, but can have a serious negative long-term impact on your skin and, consequently, on your health.

And actually, that's the whole concept of BOB & BOXY. It started when the founder's mom, who was a non-smoker and carried a healthy lifestyle, got skin cancer (and, thankfully, is now free of it).




O meu trabalho? Encontrar novas marcas 'verdes' que encaixam neste tão-bem pensado universo do BB e apresentá-las ao mercado Escandinavo. Ajudá-las a espalhar o movimento orgânico e apagar o estigma de que orgânico refere-se à imagem de pessoas que adoram a Natureza e gostam de fazer a sua própria manteiga.

My job? To find new green brands that fit BB's well-designed universe and introduce them to the Scandinavian market. To help them spread the organic movement and to erase the stigma that being green is only for people who love nature and like to make their own butter.




O desafio é fazer um detox da nossa bolsa de beleza e encontrar alternativas mais ecológicas. Não se tem de deitar tudo fora logo, mas sim dar um passo de cada vez e ir experimentando vários produtos até se encontrar o tal que ajudará a melhorar o ritual de cuidados de pele.

Todos os meses há um tema pensado e uma seleção cuidada dos produtos. Para Fevereiro, o tema foi 'The Cleansing Ritual' onde foram apresentadas três marcas americanas – ShamanutiLauren B Beauty e Urb Apothecary – e uma inglesa – Friendly Soap.

Foram incluídos na 'boxy' dois produtos de limpeza de pele – um com carvão activo e outro com aveia –, uma máscara facial feita com pó de matcha, alfazema e caulino, um sanonete 2 em 1 com alfazema e gerânio e, ainda, um extra, um creme de mãos com extractos de orquídea e peónias.

The challenge is to be able to detox our own beauty bag and find greener alternatives. It doesn't have to be all thrown out right away, but taking baby steps and trying different products will help everyone better their skincare regimen and health.

Every month there is theme thought out and a careful selection of the products. For February, the theme was 'The Cleansing Ritual' where we featured three American green brands – ShamanutiLauren B Beauty and Urb Apothecary – and a British one – Friendly Soap.

In the boxy, these were included: two facial cleansers, one with active charcoal and the other with oat, a face mask with matcha, lavender and kaolin powder, a 2-in-1 lavender and geranium soap and, an extra, a hand creme made out of orchid and peony extract.



O que acham deste conceito? Gostariam de experimentar algum destes produtos?

What do you think of this concept? Would you like to try any of these products?

07 March 2017

A TOP PROJECT


Ao olhar para o meu Instagram, pode-se pensar que agora estou sempre em viagem. E, em parte, até é verdade. Por viver no norte da Europa, estou mais perto de cidades capitais e tenho mais possibilidades em marcar voos baratos e fugas de fim-de-semana espontâneas. O facto de estar a receber deste estágio faz-me repensar na maneira de como uso esse dinheiro: uma parte vai para bilhetes de autocarro e compras de comida, outra para o meu porquinho, e a terceira vai para experiências.

Do que aprendi nestes últimos meses em que tenho tido mais independência é que viajar faz-me sentir muito mais realizada do que quando compro um par de calças novas ou um batom de cor diferente. Claro que quando se usa uma peça nova de roupa ou de maquilhagem, a auto-confiança aumenta, mas a sensação que se tem quando se viaja e explora um novo mundo é incomparável.

Aliado a isto, tenho grandes novidades. Nós viajantes e nómadas digitais temos a nossa própria fonte de inspiração. A minha é o Instagram – mas isso já não é novidade. Mais especificamente contas de viagens. Uma que adoro e que acho ser uma das mais profissionais é a TOPphotos. Há várias dentro deste grupo que expõem as cidades mais conhecidas ou países, e até há várias viradas para os restaurantes dessas cidades.

Já fui destacada na TOPParisResto e, mais recentemente, na TOPLondonPhoto. Esta última teve mais de 25 mil likes (aqui), valor que alguma vez sonharia em conseguir numa fotografia minha. A exposição que tive na minha conta foi brutal e o feedback positivo foi muito reconfortante.

Enquanto isto acontecia, ia falando com a Inês Brandling – a cara por detrás da conta de comida com mais sucesso de Lisboa e arredores, LISBOA.COME. Foi numa conversa destas que ela me contou que também geria a TOPGermanyPhotoTOPLisbonPhoto, TOPUKPhoto e, ainda, a TOPIcelandPhoto. Uma máquina!

E foi aqui que a Inês me apresentou ao dono do grupo TOPphotos – Patrick Colpron – que criou este império de contas de destinos e gastronomia. Um deus para mim!

Então, a destemida Inês (Serôdio) decidiu enviar um email ao Patrick e propor gerir uma conta ainda inexistente – a TOPCopenhagenPhotos – explicando a situação de ir para lá viver e querer saber que sítios lá existiam.

E ele disse que sim!

E essa é a grande novidade. Sou uma gestora orgulhosa da comunidade TOP e todos os dias destaco as melhores fotografias desta cidade nórdica onde vivo (por agora).

É incrível poder pertencer a uma comunidade enorme de pessoas que adoram fotografia e viajar. Podemos partilhar conteúdo de qualidade de outros viajantes (e de nós próprios) e ainda descobrir novos sítios em toda a parte do mundo!

[EN]: Scrolling down my Instagram, one might believe I'm always travelling. And the truth is, I mostly am. Since I'm living in the north of Europe, most of the capital cities are closer to me, so it gives me chance to book cheaper flights and spontaneous weekend getaways. And the fact that I'm being paid for this internship makes rethink the way I use my money: part of it goes to bus rides and grocery shopping, another goes into my personal savings, and the other goes into experiences.

From what I've been learning in these months that I've been more independent is that travelling makes me so much more accomplished than buying a new pair of jeans or a new shade of a lipstick. It's true that wearing a new piece of clothing or makeup can make you feel more confident, but the feel you get when you travel and discover a whole new world is incomparable.

Linked to this fact, I've got some big news. Us travellers or everyday digital wanderers have their own source of inspiration. Mine comes from Instagram – but that's no surprise. More specifically from travelling accounts. The one I love the most and found to be truly professional is TOPphotos. There are a lot of different accounts for the most known cities/capitals and countries, and even ones targeted for restaurants. 

I've been featured in TOPParisResto and, most recently, TOPLondonPhoto. In this last one got over 25k likes (here), which is something I would never dream a photo of mine would get. The exposure I got on my account was huge and the positive feedback is heartwarming.

Meanwhile, I was speaking to Inês Brandling. As you're foreigner you might not know her, but she owns one of the most successful food accounts in Lisbon and manages TOPGermanyPhotoTOPLisbonPhoto, TOPUKPhoto and even the TOPIcelandPhoto. She's unbeatable!

In between DMs, she introduced me to the owner of the TOP accounts – Patrick Colpron – who created this Instagram emporium of destination and gastronomy accounts – and for me, a god!

So, the fearless me reached Patrick by email and proposed to manage an unexisting account – TOPCopenhagenPhotosexplaining I was coming there to live for three months and would love to see what places I could visit.

And he said yes!

So that's the big news. I'm a proud TOP Community Manager and every day I feature the best photos of the Danish capital.

It's so amazing to be a part of a huge community of people who love photography and travelling. We get to share amazing content from other travellers (or ourselves) and discover new places pretty much everywhere around the world!
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