23 September 2017

SOMOS TODAS MARIAS VAIDOSAS


Já não é novidade de que a maior youtuber de Portugal (e vlogger do ano de 2016) lançou uma revista. Tem 26 anos, licenciou-se e mestrou-se em Marketing, tem mais de 170 mil seguidores no Youtube e 222 mil no Instagram, tem dois cães e agora uma peça editorial – A Maria Vaidosa Magazine.

A Mafalda Sampaio, mais conhecida como A Maria Vaidosa, é uma das primeiras personalidades digitais a criar algo físico e contínuo com conteúdo relevante para um público jovem e feminino.

Como blogger, vejo isto como algo incrível. Uma miúda que com muito trabalho se fez singrar no meio digital, e pôr na boca de toda a gente o seu nome – quer a apoiassem ou a mandassem abaixo –, tem agora um projecto físico que transparece os seus gostos e atitudes.

Sinto um enorme orgulho na Mafalda, pois apesar de nem a conhecer pessoalmente (ok que nos cumprimentámos uma ou outra vez), acompanhei o seu crescimento – não regularmente, confesso – durante 2 anos, e vê-la chegar ao topo faz-me ficar muito feliz por ela.


A revista está bastante completa. Custa 4,90€ e é trimestral. Mas vale cada cêntimo. Não só pelo conteúdo bem explorado sobre moda, beleza, fitness, dicas para o Instagram e insights sobre a sua vida e das suas amigas Youtubers, como todo o seu design que se relaciona na perfeição com o discurso e visuais do seu próprio canal de Youtube. 

Eu abro a revista e tudo grita A Maria Vaidosa. A forma informal pela que está escrita, as marcas que ela refere e que nos mostrou gostar, as imagens de looks e de gargalhadas com as amigas e os próprios separadores de temas.


Sou completamente a favor destes projectos de influencers e empresárias portuguesas (e especialmente de mulheres). Apoio com toda a força e desejo o maior dos sucessos à Mafalda. Porque não foi a sorte que a tornou numa das maiores influencers em Portugal, foi o trabalho 24/7, a determinação, coragem e criatividade. E pessoas que vão à luta e vencem, merecem ser galardoadas.

Somos todas Marias Vaidosas!

22 September 2017

Bye Bye Under Eye


Hoje venho falar-vos de algo diferente. Não são cafés. Nem cappuccinos. Nem matcha lattes. É sobre maquilhagem (yay!). 

Sim, como girly girl que sou, adoro a minha make up collection e estou sempre atenta às novidades do mercado. Passo horas a ver tutoriais de maquilhagem, a descobrir novas técnicas e personagens.

Recentemente, descobri a nova coleção da Benefit. Uma coleção inovada (não criada) que gira em torno do conceito "apagar imperfeições meets back to school".

A Benefit é uma das minhas marcas preferidas de maquilhagem, não só pela qualidade dos seus produtos, mas principalmente pela criatividade dos packagings e coleções.

Um dos "novos" produtos que mais me chamou a atenção, especialmente por este estar em falta na minha coleção, foi o corrector boing airbrush concealer. A fórmula penso que seja a mesma, em forma de mousse, de média cobertura, de acabamento semi-mate, aplicação leve e duração longa. O que mudou foi, de facto, o seu pacote. Agora, em forma de borracha cor de rosa, promete apagar dark circles e outros spots.


Decidi investir 24,90€ neste potezinho miraculoso porque realmente funciona. É um produto que dura bastante, porque não uso assim tanto. E é perfeito para ajudar a atingir aquele no make-up look, pois apaga as imperfeições mas nem sequer se nota que apliquei algo na cara. Não seca nem vinca as linhas da pele. 

O corrector que escolhi foi no número 3, o tom mais escuro, ideal para estes tempos em que a minha pele ainda está bronzeada. Quando voltar a ser inverno, aí uso o meu queridinho NARS creamy concealer.


Comprova os meus resultados em baixo:





16 September 2017

Summer memories


Num mundo tão instantâneo, estamos sempre a tirar, editar e partilhar os nossos momentos, intímos ou públicos, com a nossa família, amigos ou apenas seguidores. A fotografia é tirada num segundo e publicada em meio. Passam dias, semanas e anos, e mais fotografias enchem a nossa galeria da vida.

Mas há simplesmente momentos que não podem ficar esquecidos no meio de jantares de sushi, gatinhos ou selfies de amigas. Há momentos que são especiais e memoráveis e merecem ser guardados ou expostos na vida real.

A SQUARED ONE, um serviço de impressão de fotografias de Praga, veio responder a esta prece. Eles tornam palpável algo que antes não o era.


Todos os meus momentos preferidos deste verão estão agora impressos para eu nunca me esquecer deles. Momentos como a vez em que eu e os meus amigos fomos andar de gaivota no mar, a vez em que a minha amiga Clara me arrastou até à Comporta, o hotel onde eu e a minha família ficámos no Algarve, a vez em que fiz paddlesurf na ilha da Calheta e a vez em que descansei no sossego de uma herdade na Zambujeira do Mar.


Se quiseres conservar os teus momentos deste verão (ou de sempre), participa no giveaway da minha conta de Instagram. E se quiseres imprimir as tuas memórias, visita o site da Squared One para mais informaçōes.

13 September 2017

Le Petit Prince, Culture Café


Ah, cafés conceito em Lisboa. A cada passo que dou, encontro um novo. Isto quase que parece Paris, mas só quase.

Há nove meses, o Jean-Pierre, depois de ter dado várias voltas ao mundo e de ter vivido na Suécia e no Brasil, decidiu assentar e construir o seu próprio cantinho. O sítio escolhido foi, nada mais nada menos, o Príncipe Real – bairro mais na moda seria impossível de arranjar. 

A complementar os dois outros cafés que lá existem, o Copenhagen Coffee Lab e o Tease, o Le Petit Prince, Culture Café vem encher a Praça das Flores com ainda mais cultura e qualidade.


Num espaço que outrora fora uma simples papelaria/tabacaria, hoje exibe peças que nos levam para uma outra era. Há relíquias e história em todo o café: os bancos eram do metro de Paris de há 50 anos atrás, as mesas altas e cadeiras eram antigas escrivaninhas de escola, os livros de filosofia e para crianças, muitos escritos em francês, holandês, japonês e, alguns, em português, são de versões quase originais, e o saco de viagens da TAP era dos anos 50.

A nostalgia é um sentimento esmagador quando aqui se entra. Parece que entramos numa  época onde tudo era mais simples.


Além de toda a cultura que Jean-Pierre instalou neste pequeno canto, o menu que ele mesmo prepara está repleto de produtos de qualidade. Como almoço, Jean-Pierre serve tartines vegetarianas com húmus, tofu ou abacate e tartines quentes com queijo cabra, figos, presunto e tomate seco. 
Para lanchar, há croissants franceses com recheio de mascarpone, compota ou simples. E diversas bebidas cafeinadas, como o tradicional cappuccino ou latte, em versōes quentes e frias, e o matcha latte – o meu preferido. Aqui, o matcha é suave e encorpado – um aspecto que demonstra a qualidade deste chá verde em pó (caso contrário, teria um travo amargo).

Os grãos de café são do Fábrica Coffee Roasters – o primeiro coffee shop de qualidade que abriu em Lisboa. Os chás são da Companhia Portugueza do Chá. E os doces, que no início eram do L'Éclair, são, agora, da Tartine do Chiado. 


Assim como 'O Principezinho', o Le Petit Prince no Príncipe Real tem como princípio demonstrar a sua vertente humanitária e cultural. Por isso, da próxima vez que vistares este espaço, não te esqueças de fazer o bem num mundo que tanto mal tem e de cultivares amizades improváveis.


Rua Cecilio de Sousa, 1ALisboa

11 September 2017

Voltar


Papéis para tirar notas, cartas enviadas pelos correios, mapas de estradas e relógios de pulso. Tudo sofreu uma evolução digital e tornou estes objectos, que antes eram imprescindíveis para um dia-a-dia, obsoletos. Mesmo resistindo aos poucos a esta evolução, o mundo acabou por aderir por completo a esta nova forma de simplificar a vida. Saca-se do telemóvel e aponta-se notas em apps, enviam-se e-mails instantaneamente, navega-se pelos mapas interactivos e veem-se as horas.

No entanto, ao chegarmos ao pico da euforia em querer tornar tudo mais acessível e substituível, eu tenho sentido uma enorme nostalgia e necessidade de retornar aos tempos antigos onde as coisas eram palpáveis.

De tempos em tempos, envio um postal a amigos quando estou fora noutro país, pego em mapas de cidades e exploro-as sempre com ele na mão (mesmo que me perca mais vezes), e prefiro escrever a minha to do list à mão, pois sabe melhor riscar os itens com uma caneta de tinta.

 

Foi pela grande activação da Daniel Wellington nas redes sociais que conheci esta marca sueca de relógios. Ao ver grandes influencers a promoverem peças intemporais e, ao mesmo tempo, modernas, algo me deu a volta à cabeça e impulsionou em mim o desejo de ter um DW só para mim.

Quando surgiu a oportunidade, agarrei-a. E escolhi o modelo Classic Petite 32mm Melrose na cor rose gold. Dizem que é "o derradeiro acessório de moda" pelo seu design minimalista e refinado, com uma bracelete em rede leve e confortável – para mim, qualquer modelo já era um upgrade aos Swatches coloridos que usava em criança.

Estou muito contente por ter um pedaço de "antiguidade" comigo – desculpem o meu discurso a la millennial. Agora já posso viajar para Paris numa avioneta, pegar no meu mapa que sinaliza todos os monumentos e ver quando é a hora do chá.

Se quiserem regressar ao passado comigo, podem usufruir de 15% de desconto na compra de um Daniel Wellington com o código de desconto MOIBYINES. Se precisarem de inspiração, basta procurarem a conta @danielwellington ou o #danielwellington no Instagram e vão ver como quererão um destes também – mesmo que nem saibam ver as horas num relógio analógico.



07 September 2017

Portugal is my city


Na verdade, Lisboa é a minha cidade.

Viajar pelo mundo fora é a coisa que eu mais adoro fazer. É a coisa em que menos me importo de gastar dinheiro ou de perder tempo. Aliás, nunca é tempo perdido quando viajamos. Eu posso voar para Paris e subir à Torre Eiffel, ou para Berlim e percorrer o quilómetro do muro, ou até viajar para Miami e descansar nas extensas praias de areia branca. Mas nada se compara a regressar a casa, à nossa cidade, onde sempre vivemos, onde a nossa família fica e a nossa alma se encontra.

Lisboa é a minha cidade. Foi onde eu nasci e cresci. É uma cidade pequena com mar e terra, edifícios e parques. É uma das cidades mais coloridas e brilhantes, com as suas ruas de calçada branca e casas pintadas de rosa. Eu não tenho vergonha em dizer que sou daqui, na verdade tenho muito orgulho.

A Mujumaps fez o meu orgulho tornar-se realidade e ofereceu-me um mapa. Disseram-me "podes escolher qualquer cidade no mundo!". E sim, podia ter escolhido Paris, Berlim ou até Miami, mas porque não escolher a única cidade no mundo a que posso verdadeiramente chamar de casa?

Aproveita 20% de desconto de qualquer compra que faças no site da Mujumaps com o meu código MOIBYINES20. E não te esqueças de partilhar no teu Instagram com o #mujumaps.


[EN]: In fact, Lisbon is my city. 

Traveling the world is the one thing I love the most. It's the thing I don't mind spending money on nor wasting time. Because, actually, it's the best time well wasted. I can travel to Paris and climb the Eiffel Tower, or to Berlin and run the wall's mile, or even to Miami and spend the day at the beach. But nothing, and I mean nothing, compares to coming back home, to your city, where you have always lived, where your family lives and your soul is found.

Lisbon is my city. I was born and raised in Lisbon, the capital of Portugal (not Spain!). It's a small town with both sea and land, skyscrapers and parks. It's the most colored city and the brightest, with white cobblestoned streets and houses painted in pink. I'm not ashamed of being from here, in fact, I am very proud to say I'm from Lisboa.

Mujumaps made my pride come alive and offered me a map. They said, "you can choose whatever city in the world!". And, it's true, I could've chosen Paris, or Berlin or even Miami, but why not choose the only city I can call my home.

Please enjoy 20% off of your map with the code MOIBYINES20. Don't forget to share it on your Instagram with the #mujumaps.


05 September 2017

Boa Bao


BOA BAO. Parece que já venho tarde em partilhar aqui que este restaurante pan-asiático abriu... De qualquer maneira, não consigo guardar a experiência que lá tive só para mim.

É verdade que já fui ao BOA BAO há algum tempo, antes do verão até. Mas ainda hoje salivo com os pratos deliciosos que pedimos e o atendimento impecável a que fomos sujeitos.

Antes de mais, gostava de explicar o que BOA BAO quer dizer. Entre muitos significados, o mais óbvio é este: BOA vem de Lisboa, o local onde fica o restaurante, e BAO vem da especialidade da casa, de origem taiwanesa, os gua bao, um pãozinho branco com variados recheios, como o pato desfiado.


É num ambiente descontraído e, ao mesmo tempo, animado, com vibes naturais e essência oriental que somos servidos um banquete pan-asiático. Pan quer dizer tudo. Ou seja, os pratos variam entre várias influências do sudeste asiático. Tal como podemos pedir uma entrada do Vietname ou da Coreia, podemos seguir o menu e encontrar pratos principais da China, Malásia, Laos, Cambódia e Tailândia, e terminar com uma sobremesa do Japão.

É uma verdadeira viagem de sabores por uma Ásia quase inteira, pela originalidade mantida ao confeccionar cada prato.

Começamos pelos cocktails e pelas entradas.


Para começar, pedimos duas entradas do Taiwan: 6 peças de dim sums vegetarianos gua baos de pato. Sabores leves e texturas pouco familiares. A aventura começava.


Para apimentar a viagem, trouxeram-nos uma cabeça de macaco para a mesa com rum e gengibre (penso eu, na verdade não me lembro muito bem. Pedi a bebida só pelo copo para a fotografia, mas acabei por achá-la divinal) e um cocktail cítrico sem álcool.


Já embalados e divertidos, chegamos à Tailândia. Deparamo-nos com um pad thai de tofu e vegetais, uma sopa grande de noodles de arroz, camarão e galinha, e um prato de noodles fininhos de arroz, lulas e camarão tigre preto. Um verdadeiro banquete que sacia e satisfaz, sem encher nem enjoar.


Antes de regressar a Portugal (ou à realidade), demos um saltinho ao Japão e provámos os deliciosos mochi: meias bolas de gelado de chá verde, sésamo, cacau e carambola envolvidos numa gelatina de arroz. O carpaccio de ananás foi a despedida semi-doce que nos pediu para regressar.

E vocês, por que países viajaram este verão?



Largo Rafael Bordalo Pinheiro 30, 1200-108 Lisboa